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Saúde Suplementar registra rentabilidade inferior a demais setores da economia no Brasil
Um estudo inédito da FenaSaúde revela que a rentabilidade do setor de saúde operou com margem líquida de apenas 3,5% (e 0,6% sem o ganho financeiro), ficando muito abaixo de elos como a indústria farmacêutica (19,6%). Conheça os impactos das despesas assistenciais e o recorde de R$ 5 bilhões em judicialização no primeiro trimestre de 2026.

Resultados do 1T26 evidenciam assimetria entre modalidades e efeito contábil nas Seguradoras
Os dados oficiais da ANS sobre o 1T26 revelam que as Seguradoras Especializadas em Saúde foram a única modalidade a apresentar resultado operacional negativo (-R$ 480,23 milhões). Entenda o movimento praticado pela SulAmérica que impactaram o balanço técnico do segmento.

Análise do 1T26: Como foi o resultado operacional das Medicinas de Grupo e Cooperativas Médicas?
Os novos dados econômico-financeiros da ANS revelam dinâmicas distintas no 1º trimestre de 2026: enquanto as Cooperativas Médicas apresentaram melhora em seus resultados operacionais agregados, as operadoras de Medicina de Grupo ajustam margens. Confira o ranking de desempenho do trimestre e o impacto da reestruturação da Bradesco Saúde para a BradSaúde.

Operadoras médico-hospitalares abrem 2026 com lucro líquido inferior a 2025; veja análise
A ANS divulgou o relatório econômico-financeiro do 1º trimestre de 2026. O setor médico-hospitalar registrou lucro líquido de R$ 6,0 bilhões e sinistralidade média em 81,09%. Veja a análise completa dos dados.

Saúde Suplementar abre 2º trimestre sem avanço expressivo em vidas; veja números de operadoras
A ANS divulgou os números de beneficiários de planos de saúde de abril de 2026. O setor médico-hospitalar totalizou 52,9 milhões de vidas em cenário de forte estabilidade de mercado. Analisamos o desempenho das principais operadoras de planos de saúde e a alta rotatividade de carteira.

Menor reajuste da história? Entenda como a decisão da ANS afeta o caixa de operadoras, hospitais e clínicas
A ANS aprovou o teto de 5,11% para o reajuste dos planos de saúde individuais e familiares — o menor índice da história com exceção da pandemia. No entanto, o valor ficou bem abaixo do aumento de 8,32% nos gastos médicos por pessoa, o que acende um alerta vermelho para o caixa de operadoras, hospitais e clínicas. Confira os detalhes matemáticos dessa decisão e as regras de cobrança.